O
MODERNO PARADOXO (*)
1. Numa de minhas
empoeiradas passagens pelas salas da Biblioteca Nacional,
resgatei todo um artigo das páginas de um falecido
jornal em que escreveram: "É cousa muito sabida
a influência que sobre as letras brasileiras exercem
as francesas. Toda escola nova que aparece à beira
do Sena logo aqui acha os seus entusiastas, os seus imitadores,
ou, na melhor hipótese, os seus adaptadores. Causa
até estranheza que não tenham estourado por
cá os futuristas... A nossa literatura é apenas
um reflexo." Tratava-se de um artigo publicado em O
Imparcial, em 25 de dezembro de 1912. Seu autor, um certo
Manoel Bandeira. A letra O, erroneamente impressa em seu
nome, mal indicava o poeta que teria tantos escrúpulos
em não macaquear a sintaxe lusíada. Sob o
título de "Uma Questão de Métrica",
o poeta, que só lançaria seu primeiro livro
cinco anos mais tarde, demonstra uma enorme preocupação
com as noções de versificação
e um grande conhecimento de causa. Analisando com alguma
erudição exemplos de alexandrinos escritos
por Corneille, Victor Hugo e outros, ao lado dos brasileiros
Olavo Bilac e Alberto de Oliveira, Manuel Bandeira acabou
escrevendo um pequeno ensaio sobre a técnica dos
octossílabos. A referência sobre este texto,
e sobre alguns outros, fora fornecida pelo próprio
autor em Itinerário de Pasárgada (1954), embora
todos permaneçam inéditos em livro até
hoje. Certamente, isso se deve em parte à própria
e contraditória vontade de Manuel Bandeira, que,
ao mesmo tempo que indica minuciosamente o mapa da mina,
relega seus antigos textos ao esquecimento, "onde espero
que para sempre durmam, ao abrigo de um possível
póstero violador de sepulturas." (1)
O trecho de
"Uma Questão de Métrica", contudo,
é
um excelente ponto de partida para a compreensão
de certos
aspectos de sua poética. Nele, o poeta denuncia a
então
incorrigível vocação de nossa literatura
em espelhar a
literatura francesa; por outro lado, denota uma razoável
atualidade ao estranhar que a escola de Marinetti ainda
não
tivesse eclodido no Brasil - o que ocorreria, realmente,
logo depois, com o desembarque de Oswald de Andrade da
Europa. Trata-se, portanto, de uma lúcida constatação.
Mas o
que fazer quando, nesse mesmo texto, Manuel Bandeira escreve
sem qualquer constrangimento: "Os franceses fizeram
do seu
octossílabo um instrumento de rara flexibilidade.
Por que
não lhes seguimos o exemplo?"
A confusa apreciação
teórica de Manuel Bandeira configura em sua obra
uma característica evidente: o respeito à
tradição. O poeta que escreveu "Estou
farto do lirismo comedido" é o mesmo que cultuou
as formas mais clássicas do verso, como as do soneto
e do rondó, após os tremores modernistas,
e que no seu livro esteticamente mais engajado, Libertinagem
(1930), escreveu dois poemas em francês. Mas nem sempre
lhe agradou tudo o que escreveu modernamente: assim, não
deu importância alguma às suas famosas "traduções
para o moderno", considerando-as piadas em seu sentido
mais pejorativo (2).
De igual maneira, o ainda mais famoso poema "Os Sapos",
que provavelmente satiriza o parnasianismo, é reduzido
a uma simples "vontade de aproveitar poeticamente um
achado folclórico - o bate-boca da saparia",
conforme declarou a Paulo Mendes Campos (3).
Porque toda modernidade de Manuel Bandeira deve ser estudada
evitando-se sempre o perigo das fáceis armadilhas:
o poeta sempre foi fiel à idéia de uma certa
nobreza poética. A experiência do verso livre
em sua poesia nada mais era do que a prática experiente
de quem conhecia a fundo as regras mais exigentes de métrica,
e que ao se definir poeticamente em 1930, teve o cuidado
de seccionar o título Libertinagem em três
linhas, "para de certo modo disfarçar o que
pudesse parecer cínico no título"
(4).
Mas nem tudo
pôde disfarçar. Sua poesia moderna é
por vezes plenamente povoada pelo que existe de mais repugnante
no Simbolismo francês e pela tradição
vernacular da poesia portuguesa, às margens do quinhentismo.
O poeta dividia suas paíxões entre ensinar
literatura, traduzir bons e maus poetas, e, já consagrado,
apoiar a prática do Concretismo - ao mesmo tempo
que expurgou da Apresentação da Poesia Brasileira
(1944) a presença de Oswald de Andrade, e organizou
- com elogios - as Rimas do medíocre José
Albano. Sua poesia tem o valoroso mérito de cristalizar
no Modernismo o corpo canônico de temas que fez parte
de todas as correntes poéticas anteriores; em seu
caso, tal fenômeno se deu com bastante vigor quando
abordava a morte, o amor e a religiosidade. Deve ter sido
com base nessas qualidades que há algum tempo Mário
Faustino escrevia: "graças a ele, todos os menores
de 50 no Brasil, normalmente inteligentes, respeitam a poesia
que chamam de 'moderna'" (5).
De certo modo,
pode-se pensar o caso Manuel Bandeira como um paradoxo.
Grande parte de suas experiências é de fato
a fulguração avant la lettre do que efetivamente
ocorreu no desdobramento modernista. Encontram-se em seus
livros, por exemplo, alguns veios de certa poesia memorialística
que resgata a província sem o saudosismo ufanista,
e se reporta à infância com acentos ternos,
mas nunca demasiadamente emocionais. O milagre instaurado
por esse São João Batista do Modernismo -
como a ele se referia Mário de Andrade - é
evidente: antecipadora e clássica, sua poesia, em
vez de conflituosa, é conciliadora. No entanto, a
santidade de Manuel Bandeira não se delimita apenas
a uma prática literária: ela é, também,
tema de sua poesia. Quando o modernista foi recebido por
Ribeiro Couto na Academia Brasileira de Letras, em 1940,
seu companheiro foi preciso: "A educação
cristã que recebestes em vosso lar é o substrato
de toda a vossa obra" (6).
De fato, à margem de toda pomposidade, a fusão
do lar materno com a religiosidade é um momento marcante
em sua poesia, com ecos ouvidos até mesmo nos versos
eróticos, que repercutem também na infância.
Enquanto, no mesmo ano de 1930, Drummond ironizava aspectos
da religiosidade em poemas como "Romaria" e Murilo
Mendes trilhava as vias surrealistas de sua crença,
Manuel Bandeira já havia forjado símbolos
do mais tradicional cristianismo, como em "Natal"
e "Balada de Santa Maria Egipcíaca". Aliás,
a predileção do poeta por personagens femininas
é característica de um exorbitante sensualismo.
Sua eroticidade estava quase sempre acompanhada por expressões
de ordem teológica, com preocupações
que se voltavam aos temas da castidade e da virgindade,
"a rosa da inocência". Nem todo poeta poderá
escrever versos tão notáveis como esses:
Em meio do
pente
A concha bivalve
Num mar de escarlata.
Concha, rosa ou tâmara.
("Água-Forte")
numa das mais
belas imagens do sexo feminino.
Versos de um
cristão conturbado, o mesmo que escrevia
E saudava
a matéria que passava
Liberta para sempre da alma extinta.
("Momento Num Café")
ou então
Deixa o teu
corpo entender-se com outro corpo
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
É justamente
observando a imagem da mulher em sua poesia que se pode
concluir sobre a tentativa manuelina de organizar uma tradição
poética moderna que não perdesse um só
vínculo com o passado. A morte, por exemplo, aparece
já em Cinza das Horas (1917) representada na pele
da irmã morta. Em Carnaval (1919), a morte nada mais
é do que uma prostituta, arrebatando o seu próprio
pai: é, na sua imaginação, uma Dama
Branca:
A Dama tinha
caprichos físicos:
Era uma estranha vulgívaga.
("A Dama Branca")
Em mais de um
momento de sua poesia, a morte
estará associada à prostituição
e o amor físico à
compreensão da morte, fechando desse modo o círculo
das
experiências humanas.
Notável
pelo seu plano coerente - em que persistem
a mais bem dosada mistura entre os registros popular e culto
e a presença do humor -, a poesia de Manuel Bandeira
assume
quase sempre a estranha e moderna configuração
oriunda do
que havia de mais crepuscular no Simbolismo. Tanto pela
musicalidade quanto por seu ideário estético,
muitos de seus
poemas foram marcados por um renintente apego a fórmulas
ultrapassadas; mas controladas por uma sensibilidade que
deu forma a diversos novos procedimentos, contaminando-se
-
ele, tão doente, mas que ultrapassou os oitenta anos
de vida
- da saúde da modernidade.
2. A CIDADE DE BANDEIRA
Louvo a cidade
nascida
No morro Cara de Cão,
Logo depois transferida
Para o Castelo, e de então
Descendo as faldas do outeiro,
Avultando em arredores,
Subindo os morros maiores,
- Grande Rio de Janeiro!
MANUEL BANDEIRA,
"Rio de Janeiro"
O recifense
Manuel Bandeira nunca foi um cidadão
do Recife: cedo abandonou a sua infância naquela região
do
Nordeste e, vindo para o Rio de Janeiro, estabeleceu um
diálogo amoroso e crítico com a Cidade Maravilhosa.
Em sua
obra, um poema como "Evocação do Recife"
assinala que os
primeiros anos de sua vida eram permeados de lembranças
fragmentadas, recortes impressionistas, à maneira
de imagens
que subitamente vinham à tona. Apenas em Petrópolis,
como o
próprio Bandeira escreveu, ele nasceria para a "vida
consciente". A atmosfera evocativa, quase sempre muito
melancólica, terá desdobramentos em toda a
extensão de sua
obra. Contudo, dentre todas as cidades em que viveu, o Rio
de Janeiro mereceu um especial lugar ao sol. Nela, Bandeira
escreveu a maior parte de seus livros e, como alguém
que
reverenciava as influência e o convívio com
livros e amigos,
exaltou as belezas, condenou os governantes com seus
projetos absurdos, discorreu sobre seus hábitos e
se
consumiu em cada um de seus bairros, desde uma "casa
inconfessável" na Riachuelo até a amizade
com os moleques
que povoavam certa rua em Santa Teresa.
Bandeira chegou
ao Rio de Janeiro aos dez anos de idade e, confessa no poema
"Infância", já "conhecia a vida
em suas verdades essenciais". Sua família se
instalara numa casa em Laranjeiras, de onde o então
aluno se encaminhava para o Externato do Ginásio
Nacional, atual Colégio Pedro II. A nova cidade teve
um efeito decisivo na sua vida. Numa crônica de Flauta
de Papel (1957), ele escreveu: "Quando vim para o Rio,
em 1896, fiquei maravilhado com as laranjas seletas que
se compravam ao quitandeiro ambulante italiano. Eram sempre
deliciosas e baratas" (7).
E completava numa das crônicas recolhidas em Andorinha,
Andorinha (1960): "Nas Laranjeiras de minha infância,
sossegado arrabalde (já sem laranjeiras), os perus
se vendiam em bandos, que o português tocava pela
rua com uma vara, apregoando: 'Eh, peru de roda boa!' (8).
A tuberculose,
ameaçando sua vida e afastando-o
dos estudos de arquitetura, forçou-o a uma espécie
de
peregrinação por cidades serranas do Brasil,
e finalmente
confinou-o por algum tempo num sanatório da cidade
suíça de
Clavadel. A estada, além de lhe assegurar a cura,
colocou-o
ainda mais em contato com os Simbolismos francês e
alemão,
cultivando a personalidade de um "tísico profissional"
que,
pelo convívio estreito com a morte, transformou-a
em tema
primordial de seus versos. Nessa fase, a escolha de Bandeira
por cidades não era propriamente uma questão
de gosto
pessoal. Era, ao contrário, uma questão de
sobrevivência:
Teresópolis e Clavadel também passaram a integrar
o
repertório de seus remédios. Se a tuberculose
o fazia
viajar, tais cidades eram o seu porto seguro. Talvez por
isso o locus amoenus de Pasárgada - para além
de sua
geografia utópica - seja justamente o espaço
de sua cura, o
lugar em que Bandeira experimentaria mais palpitante o
sentimento de estar vivo. Naquele instante, sua vida era
uma
estranha equação que combinava a iminência
da morte e a cura
definitiva.
O amor extremado
pelo Rio de Janeiro, porém, cristalizou-se quando
a "indesejada das gentes" já não
era um perigo tão próximo - ou, pelo menos,
era tão natural quanto para qualquer um. A cidade,
em seus poemas e crônicas, surgiu não apenas
como referência de seu habitante, mas como presença
que interferia na sua criação. Quando, em
l920, Bandeira mudou-se para a Rua do Curvelo (atual Dias
de Barros), em Santa Teresa, mal desconfiava da importância
vital daquele lugar. Chegou mesmo a escrever um trecho em
Itinerário de Pasárgada (1954), seu livro
de memórias, que poderá causar dores de cabeça
em algum historiador da literatura: "O elemento de
humilde quotidiano que começou desde então
a se fazer sentir em minha poesia não resultava de
nenhuma intenção modernista. Resultou, muito
simplesmente, do ambiente do morro do Curvelo." (9)
Os treze anos em que morou no pequeno quarto serviram de
tema para muitas crônicas nas quais delineou um Rio
de Janeiro trivial, corriqueiro, quase doméstico.
Outras referências, mais herméticas, guardou-as
em sua poesia. No poema "Comentário Musical",
o belo trecho
O meu quarto
de dormir a cavaleiro da entrada da
............................................................................(barra.
Entram por ele dentro
os ares oceânicos,
Maresias atlânticas
é a anotação
sentimental de quem abria as janelas
e vislumbrava boa parte da Praia do Flamengo. Muitos anos
depois, morando num apartamento da Avenida Beira-Mar, o
poeta escreveria:
Todas as
manhãs o aeroporto em frente
me dá lições de partir
- verso com que
fazia menção não apenas ao
Aeroporto Santos Dumont, mas à velhice e à
morte.
Se a Rua do Curvelo lhe deu testemunho da vida dos
moleques de rua, das lavadeiras e de um reencontro com a
pacata recordação recifense, sua mudança
para a Rua Morais e
Vale, na Lapa, foi de certo modo sua experiência com
o
submundo e a miséria.
Lapa - Lapa
do Desterro -,
Lapa que tanto pecais!
lamenta-se ele
na "Última Canção do Beco".
Solitária,
isolada num beco, sua poesia nesse instante
exterioriza um sentimento de solidariedade: mais do que
a
paisagem geral daquele bairro, o que realmente lhe
interessava era o beco sujo. Tentando uma compreensão
da
Lapa, Manuel Bandeira escreve numa das crônicas de
Flauta de
Papel o sentido de uma ambigüidade: "Basta dizer
que a Lapa
é um centro de meretrício todo especial (onde
vivem as
mulatas mais sofisticadas do Rio), e esse meretrício
se
exerce no ambiente místico irradiado da velha igreja
e
convento dos franciscanos."
Num poema datado
de agosto de 1953, Bandeira saúda
o seu novo apartamento, na Avenida Beira-Mar, constrastando-
o com as antigas sombras da Lapa:
Depois de
dez anos de pátio
Volto a tomar conhecimento da aurora.
("Lua Nova")
Porém,
aquele espaço, tão corretamente
escolhido para o seu repouso, aguçaria um crítico
Manuel
Bandeira extremamente indignado com os desmandos que
ocorriam em sua cidade. Claro que, antes disso, Bandeira
já
reclamara de lugares que não tiveram a tradição
respeitada -
como o Largo do Boticário, que conheceu menino, apelidado
na
velhice de Praça do Farmacêutico, por causa
do veneno contra
ratos que estavam aplicando numa mangueira, única
lembrança
remanescente do lugar. Seu instinto de preservação
também o
levou, com Carlos Drummond de Andrade, a reunir o maior
número de textos sobre a cidade em Rio de Janeiro
em Prosa &
Verso, por ocasião do quarto centenário de
sua fundação. No
mais, Manuel Bandeira começou a escrever versos de
circunstância sobre as calamidades que testemunhava.
A
mudança do nome das ruas e a sua limpeza eram os
temas
básicos sobre os quais rimava o seu desgosto. Na
edição
aumentada de Mafuá do Malungo (1954), escreveu verdadeiros
manifestos, clamando pela coisa pública. Numa "Prece"
ao
então "prefeito Henriquinho", ele pede
com fervor religioso
ao Senhor Bom Jesus do Calvário e da Via-Sacra:
Quando o prefeito
morrer
Não o mandes para o Inferno:
Ele não sabe o que faz.
Mas um seculozinho a mais de Purgatório
Não seria mau. Amém.
A perseguição
aos prefeitos, aliás, foi uma
constante: como os problemas continuavam e os prefeitos
passavam (ars longa, vita breve), ele prosseguia nas suas
reivindicações. Numa "Carta-Poema"
ao prefeito Hildebrando
de Góis, reclamou do lixo e da lama acumulados no
pátio de
seu edifício. Tudo em vão. Num outro poema,
"Petição ao
Prefeito", renovava as esperanças junto ao novo
ocupante do
cargo, o General Mendes de Morais. Fez questão de
frisar:
Não
suponha que eu exagero,
Excelência: é a verdade pura,
Sem nenhum véu de fantasia.
Já o pintei uma vez: não quero
Fabricar mais literatura
Sobre tamanha porcaria!
Embora ainda
desejasse ver o seu pátio tão limpo quanto
a calva do General, Manuel Bandeira subscreve o seu pedido
à autoridade militar com muita educação.
No mesmo livro procura ainda sensibilizar um certo Adelmar,
para que plante um cheiroso jasmim em meio ao jardim triste
da Academia Brasileira de Letras. Envolvente, caseiro, Bandeira
testemunhou cerca de setenta anos de transformações
cariocas, correndo até mesmo o risco de sair "neoconcretizado
até os rins" da famosa exposição
de 1959 no MAM. Mas demonstrou preocupar-se com a cidade
como se ela fosse seu próprio corpo, e expôs
dessa maneira a face mais engajada de sua poesia. (1986)
Notas
(*)
Verve, no O, dezembro de 1986. Volta
(1)
Itinerário de Pasárgada (Rio de Janeiro: Jornal
de Letras, 1954), p.36 Volta
(2)
Cf. Op. Cit., p. 90. Volta
(3)
Cf. Manuel Bandeira (Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira/INL, 1980), p. 86 Volta
(4)
Cf. Itinerário de Pasárgada,
p. 83. Volta
(5)
Poesia-Experiência (São Paulo: Perspectiva,
1977), p. 211. Volta
(6)
Dois Retratos de Manuel Bandeira (Rio
de Janeiro: São José, 1960), p. 53. Volta
(7)
"Carta Devolvida", in Flauta de Papel (Rio de
Janeiro: Alvorada, 1957), p. 85. Volta
(8)
"Pêsames ou Parabéns?",
in Andorinha, Andorinha (Rio de Janeiro: José Olympio,
1966), p.373 Volta
(9)
Itinerário de Pasárgada, p. 59-60. Volta